Home office não vai terminar após controle da pandemia, dizem especialistas


À medida que a crise do coronavírus reformula a forma de trabalhar no mundo todo, um novo estudo do National Bureau of Economic Research (organização sem fins lucrativos norte-americana voltada para pesquisa) revela que 37% dos empregos nos Estados Unidos, por exemplo, podem ser realizados em casa.


Segundo o NBER, esses 37% representam 46% de todos os salários. Apesar de empregos com remunerações mais altas nos setores de finanças e serviços profissionais poderem ser realizados em casa, uma quantidade muito menor de ocupações com salários mais baixos nas áreas de varejo e agricultura ou até mesmo em hotéis e restaurantes, podem seguir a mesma linha.


Atualmente, cerca de 5% dos trabalhadores estão trabalhando de casa, segundo a companhia de serviços financeiros Jefferies Group. A empresa estima que esse número dobrará após a crise do coronavírus.


Os analistas da organização dizem que isso terá efeitos profundos nos requisitos da tecnologia (com empresas aumentando seus orçamentos para hardware e software), no comportamento do consumidor (visto que mais pessoas têm comprado online e o número de viagens corporativas tem diminuído) e no tempo de lazer (conforme menos trabalhadores se deslocam).


Aqui no Brasil, ainda não existem pesquisas sobre o tema, o que se sabe é que muitas empresas que não estavam preparadas improvisaram nesse processo e, para a manutenção da modalidade, vários negócios terão que se adaptar com as ferramentas adequadas. Tanta improvisação pode resultar em exposição de dados, quase como deixar o carro aberto com a chave no contato.


Nos próximos posts vamos falar de ferramentas seguras para que sua empresa promova a colaboração e a produtividade do home office com a segurança necessária. Acompanhe aqui no nosso blog


Fonte: Revista Forbes

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